Como se defender de falsa acusação na Lei Maria da Penha

Como se defender de falsa acusação na Lei Maria da Penha

Guia prático para quem foi acusado injustamente na Lei Maria da Penha

MARIA DA PENHA · DEFESA · PROVAS

  • A Lei Maria da Penha protege vítimas reais — mas na prática também vira instrumento em separações litigiosas. Entenda o mecanismo antes de reagir.
  • Denúncia falsa ou exagerada deixa rastros: timing, ausência de vestígio, contradições e testemunhas parciais. Aprenda a ler o padrão.
  • As primeiras 24 horas definem MPU, prisão e narrativa do inquérito. Réu e advogado precisam de protocolo claro — não improviso emocional.
  • Medida protetiva pode ser concedida com prova frágil. Contestação e revogação exigem técnica, prova de ausência de risco e respeito à OAB.
  • BO unilateral não basta para condenar. Mensagens integrais, áudios completos, testemunhas neutras e ausência de exame de corpo de delito são alicerces da defesa.
  • Prova de má-fé pode fundamentar denunciação caluniosa (art. 339 CP) — mas exige dolo e cautela. Não é vingança: é estratégia penal com lastro.
  • MPU e BO frequentemente antecedem disputa de guarda. Documente alienação parental e peça medidas no juízo cível sem violar ordem criminal.
  • Delegacia é armadilha para quem fala demais. Silêncio (CF art. 5º, LXIII), advogado presente e frases curtas salvam o processo.
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O DIREITO PENAL: Nâo pode ser usado como Resposta Emocional a Problemas Sociais